As sacolinhas plásticas voltaram a ser distribuídas temporariamente. Durante 60 dias elas estarão disponíveis para os consumidores.
Em um supermercado de Mogi das Cruzes poucas pessoas optaram por sacola, quase todos os clientes pediram caixas de papelão. Muitos já se acostumaram a trazer de casa uma sacola retornável.
Um dos principais acordos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) fala sobre o fornecimento de embalagens, sem custo, para o consumidor que não está com as sacolas reutilizáveis ou não tem como levar os produtos pra casa. A medida vale só por dois meses.
O objetivo do TAC é dar um tempo para que clientes e comerciantes se adaptem a campanha. Mas o gerente José Maria de Almeida garante que a distribuição das sacolinhas é controlada.
Ter placas informando que o estabelecimento participa da campanha e que não vai mais fornecer as sacolinhas também é um dos termos do acordo. As operadoras de caixa também vão ter que dizer isso aos consumidores durante um ano. Outras medidas foram definidas.
O diretor da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Mogi das Cruzes explicou que o supermercado que não cumprir as regras pode ser multado. As multas podem chegar a 25 mil reais.
Em um mercado da cidade Itaquaquecetuba, as sacolinhas nunca saíram de circulação. Por causa do estoque que já estava comprado o dono José Jorga decidiu continuar a distribuição de graça para o cliente e percebeu um aumento de 15% nas vendas.
Os consumidores sabem da importância da campanha a favor do meio ambiente. O que ninguém concorda é ter de pagar cerca de 19 centavos pela embalagem.
Fonte: TV Diário
