Lucivânia Ferreira, moradora de Itaquaquecetuba, luta desde o nascimento do filho de 4 anos para que o menino receba um medicamento essencial para o desenvolvimento dele. Um problema no parto fez com que o pequeno Rafael tivesse uma paralisia cerebral. Ele não consegue sentar, andar ou falar e também se alimenta por meio de uma sonda. O Diário TV mostrou o caso neste sábado (22).
Aos 4 anos, a criança pesa apenas 7 quilos. A mãe explica que para o desenvolvimento de Rafael é essencial que ele se alimente com um suplemento que tem o custo de R$ 3 mil por mês, mas a família tem rendimento mensal de 900 reais. “Ele depende desse leite e eu não tenho condições. Já fiz de tudo, mas não tenho condições”, explica a mãe.
Com esperança de conseguir o medicamento, a mãe vai todos os dias à Secretaria Municipal de Saúde de Itaquaquecetuba. A Justiça determinou que a prefeitura custeasse o suplemento, mas a determinação não foi respeitada. Segundo o advogado da família, Emerson de Almeida Araújo, a administração municipal alega que há falta do produto. “Nós vamos comunicar a Justiça do descumprimento da ordem e adotar as providências cabíveis para a instauração de um inquérito policial para apuração do crime de desobediência de ordem judicial”, diz o advogado.
O Diário TV busca uma posição da Prefeitura de Itaquaquecetuba mas até agora nenhum representante tinha sido encontrado.
Fonte: G1

com relação á mãe, que tenta conseguir remédio para o filho de 4 anos, imagino o desespero dela em conseguir assistencia, pois eu fiquei na fila da secretaria da saude, esperando por um simples ultrassom, via posto de saude durante exato 1 ano do dia 25/11/2008 data da consulta até 25/11/2009 quando recebi um telefonema do posto de saude avisando que havia uma vaga para fazer o ultrassom, que alias , eu nem lembrava mais. quando cheguei no posto de saude, ainda fui considerada ¨SORTUDA¨ ,já que há pessoas que chegam a esperar até 5anos pela realização de exames médicos ,segundo os próprios funcionários das ubs, todos de responsabilidade das prefeituras.